
Não pelas suas primorosas paisagens, mas sim porque o Desportivo e o Ferroviário de Maputo, equipas que estão coladas no topo do Moçambola, com 47 pontos, jogarão uma cartada decisiva, tendo em vista a conquista do título. Os “alvi-negros” deslocam-se a Tete para medir forças com o Chingale, enquanto os “locomotivas” defrontam fora de portas o Costa do Sol, no embate mais apetecível da 24ª jornada.
Tanto o Desportivo como o Ferroviário têm jogos difíceis frente a adversários difíceis de superar. Mas quando faltam apenas três jornadas para o final do campeonato urge a necessidade de não perder jogos. Aliás, nesta fase qualquer ponto conquistado é precioso. O certo, porém, é que esta ronda pode provocar mexidas na prova, até porque o Costa do Sol, que ocupa a terceira posição com 41 pontos, ainda não atirou a toalha ao chão e sonha em conquistar o título, enquanto o Chingale precisa de pontos para assegurar a manutenção. Portanto, são desafios que se antevêem produzir “faísca” em Maputo e Tete.
A Liga Muçulmana, que na jornada anterior, terá visto o sonho de se sagrar campeã, pela primeira vez se desvanecer, ao perder com o Ferroviário de Nampula (0-2), enfrenta o Maxaquene, que vem realizando uma excelente segunda volta sob o comando de Zainadine, que finalmente acertou com a máquina “tricolor”. Estará em disputa o quarto lugar que é actualmente ocupado pelos “muçulmanos”, mas o podem perder caso o Maxaquene, que está a apenas um ponto, vença.
Luta dos aflitos
A luta pela manutenção é também um aspecto a ter em conta. Nesta altura, Ferroviário de Nampula, Textáfrica e Ferroviário de Nacala estão abaixo da linha de água (com os nacalenses já despromovidos). Mas Chingale, Atlético Muçulmano e FC Lichinga estão sujeitos a cair neste marasmo.
O Ferroviário de Nampula tem uma missão difícil, visto que se desloca-se a Beira para defrontar o seu homónimo, enquanto, Atlético Muçulmano ombreia com a HCB e o Textáfrica vai a Nampula jogar com o Ferroviário de Nacala.
O FC Lichinga joga em casa com o Matchedje, que embora esteja em boa posição não será safo de cair nos lugares de despromoção caso não ganhe um dos três desafios por disputar e os seus adversários directos vencerem.
Jogos e árbitros
Amanhã
Campo do Costa do Sol
15.00 – Costa do Sol-Ferroviário
Árbitro: Estêvão Matsinhe, coadjuvado por Gimo Patrício e Arsénio Marrengula. Quarto: Bernardino dos Santos
Campo do Desportivo de Tete
15.00 – Chingale-Desportivo
Árbitro: António Massango, auxiliado por Francisco Machel e Eduardo Gatoma. Quarto: Félix Maugente
Estádio Municipal 1º de Maio
15.00 – FC Lichinga-Matchedje
Árbitro: Dionísio Dongaze, coadjuvado por Adão Chitache e Ali Rajá Omar. Quarto: Geraldo Gueze
Campo do Maxaquene (Machava)
15.00 – Liga Muçulmana-Maxaquene
Árbitro: Mateus Infante, auxiliado por Henrique Langa e Célio Mugabe. Quarto: Abdul Gani
Estádio 25 de Junho
15.00 – Fer. Nacala-Textáfrica
Árbitro: Filimão Filipe, coadjuvado por Edmundo Macamo e Baltazar Hilário. Quarto: Sebastião Tiago
Campo do Fer. Beira
15.00 – Fer. Beira-Fer. Nampula
Árbitro: Arão Júnior, auxiliado por João Paulo e Salomão José. Quarto: Hugo Videira
Ex-campo do Maxaquene (Baixa)
15.00 – Atlético Muçulmano-HCB de Songo
Árbitro: Ainad Ussene, coadjuvado por Carlos Nhanengue e Carlos Paulino. Quarto: Amosse Lázaro
Tanto o Desportivo como o Ferroviário têm jogos difíceis frente a adversários difíceis de superar. Mas quando faltam apenas três jornadas para o final do campeonato urge a necessidade de não perder jogos. Aliás, nesta fase qualquer ponto conquistado é precioso. O certo, porém, é que esta ronda pode provocar mexidas na prova, até porque o Costa do Sol, que ocupa a terceira posição com 41 pontos, ainda não atirou a toalha ao chão e sonha em conquistar o título, enquanto o Chingale precisa de pontos para assegurar a manutenção. Portanto, são desafios que se antevêem produzir “faísca” em Maputo e Tete.
A Liga Muçulmana, que na jornada anterior, terá visto o sonho de se sagrar campeã, pela primeira vez se desvanecer, ao perder com o Ferroviário de Nampula (0-2), enfrenta o Maxaquene, que vem realizando uma excelente segunda volta sob o comando de Zainadine, que finalmente acertou com a máquina “tricolor”. Estará em disputa o quarto lugar que é actualmente ocupado pelos “muçulmanos”, mas o podem perder caso o Maxaquene, que está a apenas um ponto, vença.
Luta dos aflitos
A luta pela manutenção é também um aspecto a ter em conta. Nesta altura, Ferroviário de Nampula, Textáfrica e Ferroviário de Nacala estão abaixo da linha de água (com os nacalenses já despromovidos). Mas Chingale, Atlético Muçulmano e FC Lichinga estão sujeitos a cair neste marasmo.
O Ferroviário de Nampula tem uma missão difícil, visto que se desloca-se a Beira para defrontar o seu homónimo, enquanto, Atlético Muçulmano ombreia com a HCB e o Textáfrica vai a Nampula jogar com o Ferroviário de Nacala.
O FC Lichinga joga em casa com o Matchedje, que embora esteja em boa posição não será safo de cair nos lugares de despromoção caso não ganhe um dos três desafios por disputar e os seus adversários directos vencerem.
Jogos e árbitros
Amanhã
Campo do Costa do Sol
15.00 – Costa do Sol-Ferroviário
Árbitro: Estêvão Matsinhe, coadjuvado por Gimo Patrício e Arsénio Marrengula. Quarto: Bernardino dos Santos
Campo do Desportivo de Tete
15.00 – Chingale-Desportivo
Árbitro: António Massango, auxiliado por Francisco Machel e Eduardo Gatoma. Quarto: Félix Maugente
Estádio Municipal 1º de Maio
15.00 – FC Lichinga-Matchedje
Árbitro: Dionísio Dongaze, coadjuvado por Adão Chitache e Ali Rajá Omar. Quarto: Geraldo Gueze
Campo do Maxaquene (Machava)
15.00 – Liga Muçulmana-Maxaquene
Árbitro: Mateus Infante, auxiliado por Henrique Langa e Célio Mugabe. Quarto: Abdul Gani
Estádio 25 de Junho
15.00 – Fer. Nacala-Textáfrica
Árbitro: Filimão Filipe, coadjuvado por Edmundo Macamo e Baltazar Hilário. Quarto: Sebastião Tiago
Campo do Fer. Beira
15.00 – Fer. Beira-Fer. Nampula
Árbitro: Arão Júnior, auxiliado por João Paulo e Salomão José. Quarto: Hugo Videira
Ex-campo do Maxaquene (Baixa)
15.00 – Atlético Muçulmano-HCB de Songo
Árbitro: Ainad Ussene, coadjuvado por Carlos Nhanengue e Carlos Paulino. Quarto: Amosse Lázaro
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